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O Poder Do Business Intelligence (BI) E A Quebra De Paradigmas Pela Gestão

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Renato Pereira, publicitário, participou do Poder e Política, programa do UOL e da Folha conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues. A gravação ocorreu em 20.set.2013 no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Narração de abertura: O marqueteiro político Renato Pereira tem 53 anos. É filho de diplomatas e nasceu em Zurique, pela Suíça.


Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 6 anos de idade. Facebook Bem como é Local De Fazer Dinheiro é antropólogo e publicitário. Mulheres Assumem Postos-chave No Mundo Da Cerveja E Querem O Final De Preconceitos -se em antropologia em 1983 pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. No desfecho da década de 1980, viveu em uma aldeia Caiapó, às margens do rio Xingu. Ensinou os índios a se filmarem pra que os próprios caiapós estudassem seus hábitos e comportamentos históricos.


Renato Pereira fez as 2 campanhas de Eduardo Paes a prefeito do Rio e as 2 de Sérgio Cabral ao governo do Rio de Janeiro, ambos do PMDB. Quais As Vantagens Do Marketing Digital Pra Um E-commerce? , saiu-se vitorioso. Em 2012, fez a campanhas de Henrique Capriles à Presidência da Venezuela, derrotado por Hugo Chávez. Em 2013, de novo esteve com Capriles, que foi derrotado pelo chavista Nicolás Maduro -mas a diferença foi de menos de dois pontos percentuais.


Fora da política, foi um dos proprietários da produtora de vídeos Tv Zero, que produziu vídeos como "Bruna Surfistinha". Imediatamente produziu também videoclipes de bandas e artistas como Paralamas do Sucesso, Gabriel o Pensador e Lobão. Renato Pereira é estrategista de intercomunicação da agência Prole Gestão de Imagem, sediada no Rio, e atual publicitário do PSDB, perto com teu sócio, o bem como marqueteiro Chico Mendez.



Folha/UOL: Oi internauta. Os 5 Melhores Nichos Do Mercado Digital -vindo a mais um "Poder e Política - Entrevista". Este programa é uma realização do jornal Folha de S.Paulo e do portal UOL. A gravação é realizada no estúdio do Grupo Folha, em Brasília. O entrevistado desta edição do Poder e Política é o publicitário, antropólogo, Renato Pereira, que pouco tempo atrás tem cuidado das propagandas do PSDB em rede nacional.


Folha/UOL: Oi, Renato. Sou grato por encontrar-se aqui no estúdio do Grupo Folha. Começo te perguntando, você trabalhou pra numerosas campanhas e políticos recentemente. Poderia me narrar quais foram as principais ou mais sérias campanhas políticas nas quais você trabalhou e qual foi o desfecho dessas campanhas? ] Capriles foi um projeto grande na Venezuela.


É, contudo a gente começou um ano e meio antes em razão de a gente fez toda a preparação na Venezuela. As oposições resolveram um candidato único. Desta maneira houve uma prévia da oposição. Por isso nós entramos 6 meses antes das prévias, no momento em que o Capriles ainda estava disputando contra cinco outros candidatos. Finalmente, ajudamos toda a campanha.




Como é que você chegou à Venezuela? Na verdade, eu cheguei à Venezuela por intermédio da Argentina já que a gente deu uma consultoria pro Daniel Scioli pela eleição dele pra governador da província de Buenos Aires. Entretanto aí foi só uma consultoria. Em que ano isso? 2011, se não me falha memória. Finalizei conhecendo o Stan Greenberg e o James Carville, que é um consultor americano super famoso, que é muito parceiro do Stan.


E eles estavam assessorando, pela época, o Scioli. ], ganhamos e fizemos um dos projetos que eu mais tenho orgulho de ter participado perto com o Chico Mendes, que é o meu sócio. Pois foi muito sensacional. Informações De Marketing Para Pequenas Corporações era uma derrota anunciada prontamente ou você descobre que em determinado momento teve a perspectiva de vencer pela Venezuela? Só pra recordar, pela Venezuela, Hugo Chávez morreu.


Daí ele prontamente tinha determinado que o subcessor seria Nicolás Maduro e aí a oposição sempre muito enfraquecida por conta da alta popularidade de Chávez. Aí, o que se dizia era: "Bom, a eleição será rápida com a ação do Chávez quase que viva. É inaceitável receber". Era. Se dizia que era inaceitável ganhar e que, provavelmente, a derrota ia ser por um placar maior do que tinha sido contra o Chávez. Contudo, primeiro, voltando ao Chávez: Acho que ninguém tinha ouvido expor de Henrique Capriles principalmente no Brasil.


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